segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Plano de Saúde?


Precarização dos convênios médicos e manobra dos patrões
Uma verdadeira enxurrada de reclamações de trabalhadores referentes aos convênios médicos das empresas tem chegado ao Sindicato. Apesar de problemas diferentes, todos eles representam a mesma coisa: as empresas estão precarizando os convênios, para aumentar ainda mais seus lucros, às custas da saúde dos seus trabalhadores. 
Caçapava
Em Caçapava, por exemplo, a reclamação é geral contra os convênios do Policlin e Unimed que,segundo eles, estariam demorando muito para liberar guias de exames. A situação se complica ainda mais quando é um exame para diagnosticar algum problema de saúde relacionado ao trabalho. “Com a produção em alta, é grande o número de trabalhadores que adquirem doença ocupacional. Se isso não bastasse, agora até o tratamento está sendo negado aos trabalhadores”, disse o diretor Rogério Willians de Oliveira.
GM
No mês passado, o Sul América Saúde, que é o convênio dos trabalhadores da GM, tentou empurrar um contrato totalmente irregular para os trabalhadores, incluindo uma cláusula que determinava que, ao se desligar da empresa, o valor do plano do trabalhador seria multiplicado pelo número de vidas atendidas no contrato (dependentes e titular). A manobra foi duramente criticada pelos trabalhadores, que se mobilizaram e conseguiram, junto com o Sindicato, reverter a situação.
Jacareí
Recentemente, os trabalhadores da Lupatech e da Wirex Cable também tiveram problemas. Na Wirex, os trabalhadores estavam descontentes com o plano de saúde do Policlin e a empresa trocou pelo São Francisco Vida. A mudança não agradou, já que os trabalhadores passaram a pagar pelas consultas. Os trabalhadores entraram em estado de greve e a empresa pediu prazo para apresentar nova proposta. Na Lupatech, a empresa também mudou  plano de saúde, impondo o sistema de co-participação para os trabalhadores, que aceitaram fazer uma experiência, por seis meses.

Texto extraído do Jornal do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos: http://www.sindmetalsjc.org.br/

Ergonomia NR 17



Redação dada pela Portaria MTPS n.º 3.751, de 23 de novembro de 1990)
17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.
17.1.1. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.
17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho.

Cipeiros combativos são alvos de ataques

Principais medidas são manter cipeiros afastados de outros trabalhadores, cortar salários e até demitir, desrespeitando a lei
Cipeiros de luta de nossa região têm sofrido graves ataques por parte das empresas. Os patrões usam todo tipo de armas para enfraquecer as CIPAS e tirar o poder de organização dos  trabalhadores dentro das fábricas. Uma dessas armas é justamente perseguir cipeiros, com atitudes como mantê-los afastados dos outros trabalhadores, impedi-los de fazer horas extras e cortar salários. Até mesmo na GM, onde a CIPA é uma das mais organizadas e combativas, há perseguição. No início do ano, por exemplo, o cipeiro Roberto foi impedido de fazer hora extra, justamente porque a chefia queria evitar que ele interferisse nos procedimentos. Para os chefes, a linha teria de rodar de qualquer jeito, mesmo que representasse riscos aos trabalhadores. O mesmo ambiente repressivo é encontrado na Prolind, nas Chácaras Reunidas, onde a prática do gerente Flávio é colocar os companheiros mais combativos em setores isolados, com pouco ou nenhum acesso aos trabalhadores. Exemplo disso foi o que a empresa fez com a cipeira Joseane, mantida em condições precárias de trabalho, isolada em um galpão sozinha por muito tempo, sem água, telefone e nem mesmo banheiro. “A Prolind faz isso porque tem  medo da força da organização de base. Mas, com certeza, essa postura não vai inibir a luta. Pelo contrário”, disse o diretor Ademir Tavares da Paixão. 
Demissão
A Rosemberg Domex, em Caçapava, demitiu, na última terça-feira, dia 29, a trabalhadora Leiliane. Uma clara tentativa de calar uma trabalhadora combativa, com estabilidade de emprego garantida por lei, já que está no período de carência da CIPA e foi a trabalhadora mais votada para integrar a comissão de PLR da fábrica. “A demissão é totalmente ilegal e acontece justamente quando estamos iniciando as discussões de PLR. Com certeza, o Sindicato tomará todas as providências para garantir a imediata reintegração da trabalhadora”, disse o diretor Edson Alves da Cruz. 
Saída e organização
Esta afronta das empresas contra os trabalhadores só revela o que todos já sabíamos: a presença de cipeiros classistas e de luta nas empresas incomoda os patrões. “Portanto, todos devem estar atentos e, nas próximas eleições da CIPA da sua empresa, preste atenção nos candidatos e vote naquele que realmente é comprometido com a categoria, e não naqueles que são apoiados pela chefia e, depois de eleitos, farão o jogo dos patrões”, disse o diretor José Donizetti de Almeida.

Texto extraído do Jornal do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos: http://www.sindmetalsjc.org.br/

domingo, 6 de novembro de 2011

Documentos para Donwload




Nesse post você será redirecionado ao meu outro blog para baixar modelos de documentos para serem usados na criação da CIPA.


basta clicar na imagem abaixo e em seguida nos links dos modelos de documentos.